Salada Phi Phi

Salada à Phi Phi

salada às Phi Phi

Quando no ano 2000, Leonardo Di Caprio apareceu nos cinemas do mundo inteiro aos saltos por uma ilha de sonho, no filme “A Praia”, milhões ficaram boquiabertos a pensar onde seria tal paraíso.

Descobri passados seis anos – depois de muitos já o terem feito – numa reportagem pela Tailândia: chamam-se ilhas Phi Phi e ainda são mais bonitas do que na tela.

 

Localizadas apenas a 45 quilómetros de Phuket, mas a anos luz de tudo o que tenha a ver com praias apinhadas, muitos hotéis, muitos bares, muita confusão, ao todo são pouco mais de meia dúzia de pontinhos de terra no meio do mar, duas ilhas maiorzitas, outras que não passam de ilhéus. Todas rodeadas de mar esmeralda, muitos corais e uma vegetação luxuriante. Só se pode andar a pé, não há carros, nem motas, só estradas de areia. No mar só é permitido nadar e fazer mergulho, nada de motas de água ou jet skis. É proibido acampar, fazer fogo ou pescar. E agradece-se que assim seja.

Tailândia 116

Há morros enormes que despontam do mar, com escarpas imensas e florestas tropicais no topo, lagoas de águas límpidas no meio de fiordes, trilhos de mata virgem, pássaros de cores bizarras, coqueiros e golfinhos.

A própria da praia do filme fica na ilha Phi Phi Ley, uma das maiores do arquipélago e até hoje desabitada. A célebre baía imortalizada na tela chama-se Maya Bay e não deve nada aos génios do cinema. É linda e permanece praticamente intocada.

Phi Phi

A única ilha habitada neste arquipélago é a Phi Phi Don. Na vila principal, Ban Ton Sai, encontram-se ruelas de lojinhas, pequenos restaurantes de petiscos locais, bares de praias e cabaninhas a 10 euros por noite, com vista para o mar e rede no alpendre. Há ainda dois ou três resorts, pequeninos, de arquitectura local, disfarçados no meio da vegetação. É aqui que nos últimos anos se reúne uma comunidade de turistas vindos de todo o mundo, numa “onda muito cool”.

Ao final do dia, turistas e locais juntam-se na praia, deitados em pufs pela areia, sentados nos barzinhos. A bebericar uma cerveja gelada ou um cocktail, a comer uns camarões grelhados, uns noodles ou uma salada. O mar prateado, o sol a desaparecer no horizonte, os morros escarpados cor de cobre. E um silêncio que chega a emocionar. Porque há momentos únicos. Porque há sitios que parecem ficção, mas afinal existem mesmo na realidade.

Para 4 pessoas

  • 1 alface
  • 1 latas de rebentos de soja
  • 350 gramas de camarão cozido
  • molho de soja
  • sumo de 1 limão
  • sal

Numa saladeira junte as folhas de alface, cortadas em pedaços pequenos, os rebentos de soja e o camarão cozido, sem casca. Tempere com sal, molho de soja e sumo de limão. Mexa bem e sirva. Se quiser pode acrescentar croutons ou sementes de sésamo.

Esta receita é do livro Pelo Mundo com os Tachos

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