4º da: Bangkok e Ano Novo Chinês

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Ao 4 º dia chegamos a Bangkok  depois de 4 horas de barco, 1h30 de van e 1h30 de avião.
O calor é imenso e a poluição também.
Quando chegamos ao hotel está a chegar um carro de bombeiros também. Por alguma razão que não entendemos o coloro da piscina entrou para o circuito de ar condicionado e estão a evacuar os hóspedes.
Felizmente o incidente resolve -e rapidamente, e depois de um duche retemperador e de uma cerveja gelada à beira-rio, lançamo-nos em mais uma viagem de barco até à parte Sul da cidade.
Vamos no barco dos locais mas aconselho o barco dos turistas, é mais caro mas tem deck a céu aberto para se ir vendo a vista durante a viagem. O Grande Palácio, o Wat Arun, os grandes hotéis, os mercados, etc…Bangkok é uma cidade de contrastes e o rio espelha -o bem.

 

 

Depois do barco ainda nos espera o metro de superfície que nos levará à zona de Siam, bairro comercial de Bangkok. Aqui encontram-se os grandes centros comerciais, as lojas de griffe, mas também barracas e barraquinhas a vender espetadas de lulas, de frango ou de salsicha e abacaxi cortado em fatias rendilhadas.

 

 

 

As multidões cruzam se nos passeios e nos viadutos a um ritmo alucinante, o barulho é ensurdecedor e o trânsito uma loucura de táxis, tuk, tuks,  carros particulares e autocarros cor-de-rosa. O calor abafa, a poluição sente-se quase palpável e meio mundo anda de máscara. A noite cai e só se vêem neons a iluminar a cena.
Depois de uma longa caminhada por avenidas, ruas e ruelas lá chegamos ao destino da noite, o Red Sky bar um rooftop de sonho no 55º andar no edifício do Centara Hotel.

 

 

 

E não há palavras que descrevam o espaço, sentimo- nos no topo da cidade, 360 graus com vista sobre arranha céus, uma paisagem urbana que se estende para lá do que a vista alcança. Esmagador. Aqui sopra uma brisa no calor da noite, há vinho branco – coisa rara nesta terra – e estamos tão próximo das estrelas que quase nos sentimos a voar.
Descemos à terra quando a fome aperta, é véspera de Ano Novo chinês e Chinatown espera-nos.

 

 

O bairro está todo engalanado, é dia de festa, anda meio mundo pela rua, vêem-se jovens de vestido tradicional, grupos de menos jovens a fazerem brindes, “happy new year” gritam à nossa passagem.

 

 

 

Há barriquinhas a vender comida porta sim porta sim, sentamo-nos numas mesas corridas à beira da estrada na rua Thanon Phadhungdao e jantamos aquela que será uma das melhores refeições da nossa viagem.

 

 

Camarões grelhados com molho de peixe e malagueta, “morning glories” belissimamente temperados, uma sopa de mil e uma especiarias e vegetais e camarão que nos leva aos céus, massa de arroz frita com vegetais, caril de caranguejo. Tudo tão bom que acabamos com brindes ao ano do Porco que tão bem assim começa 🙂

 

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