Grécia – 1º dia em Atenas

E aqui começa o relato da minha viagem pela Grécia, uma das viagens que mais gostei até hoje, pela companhia, pelo cenário idilico, pelo formato – 8 dias a bordo de um catamaran.

 

 

Sol, mergulhos em águas cálidas azul turquesa, comida óptima, muitas gargalhadas e tudo aquilo que se quer para uns dias de sonho.

Aqui ficam uns pózinhos desses dias….

“Atenas

Chegamos a Atenas em plena braseira das três da tarde. Uma cidade de tons nude no meio de uma paisagem árida pontilhada por oliveiras.

Não vou mentir, tenho vários amigos e família que já aqui esteve e não me disseram propriamente maravilhas: falaram me dos prédios decrépitos, das ruas sujas, da poluição.

Disseram-me tantas coisas depreciativas acerca da cidade que realmente não há melhor do que chegar a um sítio novo com as expectativas baixas.

 

Não acho os prédios assim tão decrépitos, as varandas com os seus toldos  cor ocre fazem- me lembrar as casas andaluzes, as ruelas desembocam em pátiozinhos cheios de charme, há cafés giros, esplanadas, restaurantes de toldos brancos e cadeiras de ferro forjado. Pracetas com pequenas igrejas de traços bizantinos,ao fundo, sempre ao fundo, a Acrópole lá no alto, sobranceira à cidade.

 

 

O calor não nos permite grandes caminhadas e armados em verdadeiros turistas embarcamos num comboiozinho que dá uma volta turística pela cidade. A praça do parlamento, a rua das embaixadas, o estádio olímpico, o bairro de Plaka, zona histórica da cidade.

 

 

Acabamos ao final do dia a beber um copo  de Sauvignon Blanc no Rooftop do The Zillers, com uma vista soberba sobre a Acrópole. Vale bem a pena. Está um final de tarde quente, húmido, e o vinho gelado vem mesmo a calhar.

 

 

Os gregos são simpáticos, afáveis. Há quem diga que nem sempre assim foram, mas os últimos anos de crise trouxeram lhes uma humildade que não tinham até então.

Mas a verdade é que a crise nota-se também na diminuição do número de turistas. O afluxo de refugiados e a crise económica afastou muitos destes para outras paragens.

Vamos jantar ao restaurante Diogenes numa praceta florida, mesinhas iluminadas à luz das velas. Jantamos “moussaka” e salada grega, bebemos um vinho branco de Santorini e acabamos o repasto com “baklavas”. O vento caiu e a noite ainda ficou mais quente que o dia.

 

 

A caminho do hotel, perdidos pelas ruelas, ainda subimos ao Rooftop do hotel Electra para admirar a vista, belíssima, sobre a Acrópole iluminada.

 

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E fazemos uma curta paragem no Crepa Crepe uma loja de crepes onde o simpático Virgílio nos oferece um crepe flambé… “Estamos em crise mas ainda podemos oferecer um crepe aos nossos amigos portugueses”, afirma garboso.

 

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Chegamos ao hotel com o corpo a colar e resolvemos ainda subir ao bar para um último copo. É sexta feira à noite e bar do hotel A for Athens está a bombar. Fica no último piso, com uma vista deslumbrante sobre a Acrópole iluminada. Tem cocktails de autor, cerveja Mithus gelada e um vinho  branco local que vem mesmo a calhar para fechar a noite.

 

 

Embalados, descemos para os quartos já a lua vai alta…

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