Islândia – 3º dia

Se mais não fosse, para mim valeria a pena vir à Islândia pelo experiência de estar no maior glaciar da Europa. E hoje o dia será por aqui.

 

 

Apesar dos islandeses não morrerem de amores por ele, visto já ter destruído muita casas, povoações e causado inúmeras mortes – sempre que resolve deslocar- se-,  é um dos spots mais turísticos do país e há imensos tours disponíveis para o visitar. A maioria com guias estrangeiros, que lá está, os islandeses não querem nada com este bicho.

 

 

Cecile, espanhola de Cádiz, é a guia que nos calha na rifa para nos guiar num passeio de barco pela lagoa do glaciar. A viver aqui há um mês diz que que veio cá parar “ porque foi enganada”. Entre gargalhadas conta que um amigo que viveu cá dois anos a incentivou a vir trabalhar para cá durante o Verão. Adorou durante a primeira semana mas depois disso, o frio, o vento, a chuva e o isolamento não têm ajudado.

 

 

 

Felizmente para nós para além do frio, o dia está de sol. O barco não se pode aproximar muito das grandes paredes das margens do glaciar nem dos icebergues, já que só 20 por cento destes está fora de água há o perigo de embatermos no que está no fundo – e não queremos sequelas do titanic.

Cecile estende nos um grande pedaço de gelo, “é a oportunidade de pegarem em alguma coisa com mil anos” 😉
Depois parte bocados do gelo e dá nos a provar. Gelo é gelo mas nunca vi um tão límpido.

 

Despedimo nos de Cecile desejando lhe boa sorte para o resto da sua estadia r vamos até à Diamond Beach a praia para onde seguem os icebergues que se desmembram do glaciar e partem da lago para o mar. Vemos muitas focas, a areia é lava, criando um contraste único com o azul dos icebergues. Um cenário realmente único.

 

 

Depois de um almoço rápido de fish and chips e sanduíches de lagosta alguns do grupo vão fazer um tour a pé pelos glaciares, outros tiram umas horas para comtemplar. Qualquer uma das opções com um cenário destes é uma excelente opção.
E basta de palavras que as fotos dizem tudo.

 

Nesta noite jantamos no Otto um restaurante muito cosy em Hofn. Aconselho a perna de pato, divinal.

 

 

Como sobremesa um passeio fantástico por Hofn à luz do sol da meia noite.

 

 

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