Bangkok – 1º dia

E aqui começa o relato da minha última viagem à Tailândia que começou com um dia em Bangkok, cidade que adoro!!!!

Depois de um dia inteiro no avião e mais uma noite sem dormir, não foi propriamente impecável que cheguei a Bangkok. Se somarmos a isso um bafo imenso e uma humidade brutal, podemos dizer que a sensação que tinha é que estava a flutuar ( no mau sentido).
Como já estive em Bangkok várias vezes resolvi fazer um programa alternativo, longe de wats e grandes palácios.
Primeiro destino o mercado das flores, à beira rio. Arranjos lindos, cores vibrantes, flores de toda a espécie e feitio. Dizem que vale muito a pena vir aqui à noite mas durante o dia também aconselho.

 

Atravessámos a Millennium Bridge para conhecer o bairro Sino Português,  onde os portugueses se instalaram há 500 anos. Não fazia ideia, mas Portugal é o país estrangeiro com que a Tailândia mantém a relação de amizade há mais anos. O ano passado foram celebrados os 500 anos.
Do outro lado do rio, o bairro de Kudeejeen parece estar a anos luz de Bangkok. Ruas estreitas, calmas, sem barulho de motas, sem carros, sem multidões, pequenas moradias com jardinzinhos.

 

 

 

Passamos pela Igreja de Santa Cruz,  igreja católica mais antiga da cidade, seguimos para o museu de Baan Kudichin, criado com l intuito de preservar as tradições sino portuguesas, mas para além de azulejos tipicamente lusos no chão na verdade não vimos nada que lembrasse Portugal, nem uma bandeirita sequer. Mas a meia dúzia de metros encontramos uma senhora na rua a fazer “portuguese cakes”, parecem queques mas sabem a pão de ló. Mais à frente há mesmo uma padaria onde perscrutamos através de uma janela o fabrico dos ditos. Há mesinhas onde nos podemos sentar a beber um café e a comer os bolinhos.

 

 

Regressamos ao centro da cidade pouco depois, próximo destino Chinatown.
Aqui a confusão é a típica de qualquer bairro chinês. Quilómetros e quilómetros de barraquinhas a vender tudo o que se possa imaginar, muita gente, muitos placards de anúncios. A minha zona preferida é Talat Mai, o mercado dos produtos alimentares. Aqui encontra-se tudo desde vísceras de animais, a pepinos do mar, até muitas verduras, frutas e afins de aparência exótica e nomes indecifráveis.
Muitas cores, muitos cheiros. Na verdade não me dá vontade de comprar ou provar nada, mas adoro ser uma simples vouyeur.

 

 

Cansados, apanhamos um tuk tuk para Kao Sao Road, a meca dos mochileiros de todo o mundo.
Fartos de andar, aterramos literalmente nos sofázinhos do primeiro bar da rua, Beach Bar, tem areia no chão, sombrinhas penduradas no tecto, pedimos uma Tiger e uns “morning glories”, espinafres de água, com um molho de soja e malagueta que vêm divinais. Estupidamente picantes como se quer.

 

 

 

Por aqui ficamos até quase ao cair da noite quando nos arrastamos até à Rambutri, zona de vários restaurantes, casas de massagens e esplanadas.

 

Jantamos na Sin Suvan, Pad Thai, caril verde, sopa tom yam e mais uns morning glories. Está tudo maravilhoso!!!

 

O dia termina cedo que a noite vai ser curta. Amanhã novo avião, novo barco, novo destino.

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